VITA

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ANDRÓMEDA – forma latinizada do grego Ἀνδρομέδη. A sua etimologia aglutina dois significados: “pensar de um homem” do grego ἀνήρ, ἀνδρός e ainda μήδομαιc, ”pensar, a ter em consideração”.

A ANDRÓMEDA – Agenciamento & Produção, toma de empréstimo o nome da princesa agrilhoada da Antiguidade pagã, com o desígnio de dar feição a um engenho criador de epifanias míticas, admitindo que a “ciência da lenda” é a “ciência” do girar em círculo, sempre à mesma distância, em redor de um centro inacessível: o MITO.

A ANDRÓMEDA, tem como missão primordial a promoção do leque de artistas/projectos que estão na base da sua própria génese, reivindicando-se coesa por uma “cadeia de ouro” – essa “aurea catena de que Homero nos fala numa famosa passagem da Ilíada.

Esta constelação polimorfa congrega vários nomes incontornáveis do panorama musical e artístico exploratório da actualidade, aqui espelhados nos seguintes artistas/projectos: Earthquake Detector (performance audiovisual da artista intermédia Ana Carvalho); HHY (cifra utilizada pelo compositor Jonathan Uliel Saldanha); HystericalOneManOrchestra (projecto a solo de Filipe Silva); Harpoemacto (acto poético/performativo concebido por: Nuno Marques Pinto, Angélica V. Salvi, Rafael Cortés e Miguel Carneiro – Oficina ARARA); ocp – operador de cabine polivalente (João Ricardo); Paisages Invisibles (Angélica Salvi, João Ricardo, Carlos Fernández e Xavier Dasi); Sturqen (César Rodrigues e David Arantes) e ainda VIVO (criações para harpa e massagem, concebidas por Emily King e Angélica Salvi).

“O entrelaçar do Cordão d’Oiro…”