O Andrógino Hermético: um “ser duplo” através das Artes e das Letras

Congresso Lusófono sobre Esoterismo Ocidental

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LISBOA | 7 a 10 de Maio de 2016

O 1º Congresso Lusófono sobre Esoterismo Ocidental, organizado pela área de Ciência das Religiões da Universidade Lusófona, reunirá em Lisboa, entre os dias 7 e 10 de Maio de 2016, investigadores dos países falantes de português e de outros departamentos universitários de países não lusófonos.

Este evento científico internacional, de importância fundamental para a actualidade dos estudos sobre o Esoterismo Ocidental, é uma iniciativa conjunta lançada pelos programas de pós-graduação de várias universidades brasileiras, portuguesas e espanholas. Um dos contributos deste congresso pretende ser a definição e delimitação do campo científico do Esoterismo Ocidental e a criação de uma rede de trabalho académico dentro do espaço da lusofonia.

“De ondes vens homem-mulher, e qual é a tua pátria? Que vestes são essas?”
ÉSQUILO

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Hermaphrodite de Paris

No próximo Sábado, dia 7 de Maio, irei apresentar a minha comunicação intitulada O Andrógino Hermético: um “ser duplo” através das Artes e das Letras. Esta comunicação encontra-se inserida no Simpósio Temático: Arte e Esoterismo Ocidental – Grupo A: Artes Visuais. A Coordenação encontra-se a cargo de Teresa Lousa (UL).

Apresento de seguida a contextualização deste simpósio temático: “A arte constitui, tal como muitas outras áreas do saber, um veículo de expressão e de comunicação de conhecimentos interiores, sendo considerada pela Gnosis uma das quatro colunas do conhecimento, em conjunto com a Ciência, a Filosofia e a Religião. Podemos encontrar, da Antiguidade à Contemporaneidade, em templos, pinturas, esculturas, na música e também na literatura e poesia, muitos testemunhos de como os artistas plasmaram, numa linguagem metafórica, intuições de uma ciência tendencialmente dialéctica.
Mais do que uma via mística, a arte constitui também uma das principais manifestações culturais de um saber que, por não ser mainstream e por ter sido cunhado pejorativamente durante séculos, não pode ter uma divulgação pacífica ou ostensiva. Por isso, o esoterismo ocidental encontrou inegavelmente na arte, pelo seu carácter imagético e metafórico e não textual ou literal, um território de difusão e promoção extremamente fértil.”
Assim, neste Simpósio Temático valoriza-se a exploração da relação da arte com o esoterismo ocidental numa dupla vertente: como revelação e como divulgação de um saber hermético.

Mais informações AQUI.