Queens ov thee Circulating Library: Dia Internacional do Livro 2015

“Après la chute de l’empire roman le type de bibliothèques largement accessibles à un public lettré, qui s’était répandu autour du bassin de la Méditerranée dans l’Antiquité, va disparaître pour dix siècles et renaître sous une forme tout à fait différente. La «bibliothèque» antique va devenir la «librairie» médiévale. Tout   en se mettant au service de la pensée chrétienne elle va sauver le trésor de littéraire de la civilisation païenne. ”

– ANDRÉ MASSON, Inspecteur général honoraire des bibliothèques de France in « Le Décor des Bibliothèques : du Moyen Age à la Révolution»

Jonathan Swift’s The Battle of the Books (An account of a battel, between the ancient and modern books in St. James’ Library), 1705Jonathan Swift’s The Battle of the Books”, (an account of a battel, between the ancient and modern books in St. James’ Library), 1705.

Hoje, dia 23 de Abril, é o dia Internacional do livro. Se levarmos em linha de consideração que este número se encontra associado a um enigma: refiro-me ao Enigma 23, para ser mais explícito, não será de estranhar que coisas estranhas aconteçam (permitam-me a redundância). A título de exemplo: neste mesmo dia, no ano passado, a viatura que me havia sido furtada em Outubro de 2013, apareceu totalmente desmantelada.  E hoje, volvido exactamente um ano, dou de caras com o professor Fernando Rosas (como sabeis, um dos principais arautos de uma extrema esquerda que faz do crocodilo Lacoste o seu totem e do caviar, a base da sua alimentação). Perante este encontro imediato de 23º grau, apenas me restou fugir a sete pés (como Cristo do Diabo), aproveitando para imergir num doce apaziguamento, apenas proporcionado pela leitura. André Masson foi a minha companhia. Como é seu apanágio, desde que o conheço, deu-me um conselho: “Afasta-te, Júlio! A tua floresta não é deste mundo…”