გიორგი გურჯიევი

“When I realized that [ancient wisdom] … had been handed down … from generation to generation for thousands of years, and yet had reached our day almost unchanged …. I … regretted having begun too late to give the legends of antiquity the immense significance that I now understand that they really have.”
George Gurdjieff

Gurdjieff drawn from life by Kiril Zdanevich in 1920Gurdjieff drawn from life by Kiril Zdanevich in 1920

George Ivanovich Gurdjieff – em arménio: Գեորգի Իվանովիչ Գյուրջիև, em georgiano: გიორგი გურჯიევი, em grego: Γεώργιος Γεωργιάδης, em russo: Гео́ргий Ива́нович Гюрджи́ев (Ufa!) -, nasceu a 13 de Janeiro de 1866-1877?,  foi um místico e mestre espiritual, excelso promotor da filosofia do “Profundo Autoconhecimento”, através da “Lembrança de Si”.
De entre todas as suas obras, destaco como sendo de fulcral importância os “Relatos de Belzebu a seu Neto”. Gurdjieff nasceu em 1866, nos confins mais remotos do Império Russo e terminou os seus dias em Neuilly-sur-Seine (França), onde morreu, em 1949.
De forma a assinalar o aniversário desta figura incontornável no âmbito do estudo das correntes esotéricas do século passado, convido os meus leitores mais afoitos ao visionamento de um filme que o encenador britânico Peter Brook lhe dedicou em 1979.  A película intitula-se “Meetings with Remarkable Men” e pode ser visualizada no final desta mesma entrada.