Mighty In Sorrow: A Tribute to David Tibet & Current 93

«Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro! Como eu gostava de ter colaborado neste livro!»

a tribute to c93MIGHTY IN SORROW, a David Tibet / Current 93 Tribute Anthology edited by Jordan Krall

Permitam-me que comece por explanar o carácter inusitado desta entrada.
Na verdade não pretendi homenagear a poesia dadaísta de Kurt Schwitters (20 Junho 1887 – 8 Janeiro 1948), ou sequer evocar a poesia experimentalista de E. M. de Melo e Castro, nem muito menos ainda, utilizar alguma das técnicas pertencentes ao corpus teórico-prático do sistema de crenças que caracterizam a Magia do Caos (vide Liber Null & Psychonaut da autoria de Peter J. Carroll).

«Como eu gostava de ter colaborado neste livro!» X 23 é, simplesmente = a «Como eu gostava de ter colaborado neste livro!»