“O Edifício da Alegria” – Eduardo Prado Coelho revisitado em Colóquio

Dias 15 e 16 de Novembro na Fundação Calouste Gulbenkian

Eduardo Prado Coelho morreu em 2007. Independentemente dos quadrantes político – ideológicos de proveniência, se existem pessoas que respeito, são aquelas que primam pela acutilância do seu pensamento, bem como pela imensa cultura que respiram. Eduardo Prado Coelho era um desses exemplos. A intelectualidade nacional ficou bem mais pobre após o seu desaparecimento. Pela minha parte, posso afirmar que sinto a falta das suas crónicas publicadas no jornal Público.

O Edifício da Alegria” é organizado pelo Centro de Estudos sobre o Imaginário Literário (CEIL) e pelo Observatório Político (OP), unidades de investigação da FCSH, conta com a participação dos docentes Manuel Maria Carrilho, José Gil, António Marques, Maria Filomena Molder, Silvina Rodrigues Lopes, Nuno Júdice, Rui Vieira Nery, Cristina Sarmento e João Mário Grilo, entre outros.
Este colóquio pretende ser um momento de encontro e reflexão sobre os temas que Eduardo Prado Coelho problematizou, reflectidos em cada um dos painéis, que tomam de empréstimo o título de algumas das suas crónicas: a crítica e a sua possibilidade, a contaminação do real pela filosofia, as artes e a contemporaneidade.

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