Divine Filth: In Memoriam Georges Bataille

8 Julho 2012 às 19:00H

Estúdio 111 (ao Teatro Sá da Bandeira)
Beco de Passos Manuel nº40 / 4050-Porto

ENTRADA: 2 euros

Die Elektrischen Vorspiele tem o grato prazer de convidar todos os interessados para assistirem ao evento intitulado “Divine Filth: In Memoriam Georges Bataille”.

Este evento visa homenagear a figura de Georges Bataille no dia em que se comemora o cinquentenário da sua morte. Esta  é uma iniciativa coordenada por Júlio Mendes Rodrigo e conta com o apoio de Teatro Sá da Bandeira, Negra Tinta Editorial Homem dos Livros – alfarrabista.

Cartaz: Rodolfo Oliveira

Temple ov Psychick Exploration Production
Divine Filth: In Memoriam Georges Bataille iniciar-se-á com a exibição de ”A Bataille Film”. Uma produção de Temple ov Psychick Exploration Production, realização de Rev. Prof. Al Aguero (Thee UM), com a participação de Rev. Steven J. Leyba, Rhizome Connectome e Sin Jones, e banda sonora a cargo de The Keepers of the Fire (KOTF).

Gilberto Lascariz
Escritor e esoterista. Criou em 1989 o Conventículo TerraSerpente e lançou a Confraria Sol-Negro, uma organização artística dedicada à renovação estética das artes sob o ponto de vista  esotérico. Ao longo dos anos oitenta e inícios de noventa foi publicando em várias revistas ensaios e artigos literários sobre Moda e Artes Plásticas na perspectiva do Esoterismo e do Luciferismo no sentido de trazer às Artes a vivência espiritual que muitos filósofos do Surrealismo e da Arte Fantástica Vienense preconizavam na primeira metade do século XX.

João Gigante
É artista plástico e comissário. O seu trabalho complementa as diferentes áreas de actuação plástica, como a instalação, sonoplastia e desenho.Licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Neste momento é o actual responsável pela Casa das Artes | Nucleo Museologico de Darque em Viana do Castelo. É coordenador do departamento de Artes Plásticas da AISCA.Fundador, com Hugo Soares, do Colectivo SABA e da Revista PARASITA. É coordenador do departamento de Artes Plásticas da Revista TRAMA na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Co-fundador do Entopic Group (Artes Plásticas) e projecto ARAME (Sonoplastia/experimental). Vive e trabalha em Viana do Castelo.

Magenta Interior
Nasceu na Hungria e tem vivido entre Lisboa, Istambul e Berlim. Interior, joga com as variações de qualquer palete cromática, no sentido luminoso, físico ou metafórico, na expressão das emoções humanas. A expressão de Magenta por vezes traduz-se em textos e outras vezes em imagens. Os seus textos são ilustrados por vários artistas Portugueses e traduzidas para imagem em movimento pela artista visual Ana Carvalho.

HOMO/HystericalOneManOrchestra
Projecto a solo de Filipe Silva, no qual utiliza frequentemente o fenómeno acústico do “feedback”, tanto como elemento sonoro como numa ilustração de um processo cíclico de causa e efeito. As performances de HOMO baseiam-se na relação entre a gestualidade do corpo e a produção de som, num cruzamento de princípios básicos de acústica, evocação xamânica e ilusionismo “low-fi”.

Catarina Miranda
Artista e pesquisadora nas áreas de coreografia e performance.Nascida em Portugal em 1982. Actualmente vive e trabalha entre Porto e Berlim. Colabora em termos de criação artística com os colectivos Flocks & Shoals, Piso, Projecto Gentileza. Co-fundadora do Espaço Cultural Altes Finanzamt em Berlim, 2010.Apresentou o seu trabalho no Curators’ Lab/ Guimarães Capital da Cultural 2012, Long Night of Artists’ Music at Hau2 (Berlim 2011), Electrocircus Festival (Geneva 2011) “Ghost” Program (Atelier Real/Lisboa 2011), “Knot Festival” (Berlim 2010), “AMIW Festival (Viena de Áustria 2011 e Coimbra 2010)”, “Lawine Festival” (Berlin/Porto 2009), “Skite/Sweet and Tender” (Porto 2008), “Festival da Fábrica” (Porto 2008).

Jonathan Uliel Saldanha
HHY - Cifra utilizada pelo multi-instrumentista e produtor Jonathan Uliel Saldanha, representando as suas estratégias de dub intra craniano, para a evocação do estático. Membro fundador do collective artístico e sonoro SOOPA, operador da banda HHY & The Macumbas, Fujako, Besta Bode e membro do bureau de Mécanosphère. Partilha de projects e colaborou com: Raz Mesinai (Badawi), Steve Mackay (The Stooges), Mike Watt (The Stooges), Adrian Sherwood (On-U-Sound), Mark Stewart (The Mafia), Rafael Toral, Adolfo Luxúria Canibal, DJ Scotch Egg entre muitos outros, apresentando o seu trabalho em festivais como o Filmer la Musique e Sónar. O trabalho sonoro de HHY relaciona-se com as temáticas do animismo, o eco, a selva, frequências subsónicas e as relações do som com os seus espectros.

Júlio Mendes Rodrigo
Tem vindo a desempenhar desde 2009, um papel activo no que concerne à programação e produção de eventos, realizados sob a égide do seu blogue pessoal “Die Elektrischen Vorspiele”. Docente, investigador e escritor, já publicou vários artigos, abrangendo aéreas tão distintas como Cibercultura, Psicanálise, Literatura, Esoterismo e Religião. É autor da obra “Summa Techno(i)logicae” editada pela Negra Tinta Editorial (2010).

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